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Agnosco veteris vestigia flammae

Os posts rarearam nos últimos dias porque, em meio a uma semana de muito trabalho, estive participando do congresso "Benedito Nunes, Pensador Brasileiro" promovido pelo Centro de Formação e Cultura Cristã com apoio da Unama. Segui com atenção o curso ministrado pelo professor Marco Antonio Casanova, a respeito da leitura que Benedito Nunes faz da obra de Heidegger, além de outras palestras do evento. O título do post, pescado na Eneida, faz referência a esse reencontro com a obra de Benedito Nunes e com a obra de Heidegger, meu orientador de mestrado e meu autor de cabeceira no campo da filosofia. Reabasteci minha prateleira sobre fenomenologia com uma obra de Casanova - que, aliás, fez uma seqüência fabulosa de exposições - com o "Na escola de fenomenologia", de Paul Ricoeur e com a edição em português dos "Seminários de Zollikon", de Heidegger, além, naturalmente, da reedição de "O Dorso do Tigre", do professor Benedito. Há muito tempo eu estava esperando Zollinkon aparecer. Acabei de retornar de minhas aulas extras de Teoria da Comunicação, na UFPA, último compromisso da semana e me preparo para um fim de semana sublime, com essas leituras promissoras, mal sabendo como vou conciliar o prazer de reler "O Dorso do Tigre", com minhas incursões em Zollikon. 

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