Hoje participei da mesa de abertura do Enecult - o Encontro de Estudos Multidis ciplinares em Cultura, promovido pelo Programa de Pós-graduação em Cultura e Sociedade da Universidade Federal da Bahia. A mesa se chamou "Culturas Brasileiras + 10: Travessias Interculturais". A proposta foi mostrar como anda a cultura brasileira e os pontos de convergências, divergências e avanços no período de 10 anos da nova configuração da cultura. A mesa foi mediada pelo professor da UFBA, José Roberto Severino, da Faculdade de Comunicação da UFBA e, além de mim, contou com a presença de Zilda Iokoi, da USP; Maria Beatriz de Medeiros, da UnB e do caríssimo amigo Márcio Meira, hoje no Ministério da Educação. Para quem se interessar, mais informação sobre essa mesa aqui.
Um amigo me pergunta se acho que Lula deve ser candidato a presidente, mesmo com a prisão. Respondo que sim, porque não tem sentido ser diferente. Lula não ser candidato seria de uma deslealdade imperdoável do PT para com ele. A pergunta, na verdade, respondo ao meu amigo, é sobre quem deve ser o vice de Lula, porque quase tão certo como Lula ser o candidato do PT, é a possibilidade de que a justiça eleitoral casse a sua candidatura, sendo lógico, nesse caso, que seu vice assuma a cabeça de chapa. E, como sabemos como o bloco golpista joga, eles provavelmente farão isso o mais tarde possível, procurando inviabilizar que o PT chegue ao segundo turno. Nesse cenário, a tendência é que o PT venha com uma chapa “puro-sangue”. Provavelmente com Haddad para vice. Eventualmente com Jacques Wagner ou Patrus Ananias e, um pouco menos provavelmente, com Celso Amorim. Meu amigo, que não é do PT, viu claros sinais de que Lula, naqueles momentos heróicos antes da prisão, te...

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