O grupo Mídia e Narrativa, do Programa
de Pós-Graduação em Comunicação Social da PUC Minas, realiza, nos dias 04, 05 e
06 de novembro, em Belo Horizonte, o III Seminário: Recodificações do
popular midiático. O encontro pretende debater relações entre mídia e vida
social, no cruzamento como o tema do “popular”. Na lista de temas debatidos:
análise de fenômenos do “popular midiático” e de suas implicações ideológicas
afirmadas nas dimensões estéticas, políticas e sociais; as formas de
representação do popular em produtos midiáticos; aproximações e distanciamentos
entre o discurso popular e o discurso populista nas mídias; imbricações, nas
mídias, entre as noções de popular, classe e gosto; as relações entre
intelectuais e a cultura popular midiática; o popular e o consumo na mídia:
identidades, estilos de vida, mercadorias, gostos; a dramaturgia midiática dos
populares: telenovelas, reality shows, programas de auditório, entre
outros; o popular midiático no contexto da cultura digital. Mais informações aqui.
Um amigo me pergunta se acho que Lula deve ser candidato a presidente, mesmo com a prisão. Respondo que sim, porque não tem sentido ser diferente. Lula não ser candidato seria de uma deslealdade imperdoável do PT para com ele. A pergunta, na verdade, respondo ao meu amigo, é sobre quem deve ser o vice de Lula, porque quase tão certo como Lula ser o candidato do PT, é a possibilidade de que a justiça eleitoral casse a sua candidatura, sendo lógico, nesse caso, que seu vice assuma a cabeça de chapa. E, como sabemos como o bloco golpista joga, eles provavelmente farão isso o mais tarde possível, procurando inviabilizar que o PT chegue ao segundo turno. Nesse cenário, a tendência é que o PT venha com uma chapa “puro-sangue”. Provavelmente com Haddad para vice. Eventualmente com Jacques Wagner ou Patrus Ananias e, um pouco menos provavelmente, com Celso Amorim. Meu amigo, que não é do PT, viu claros sinais de que Lula, naqueles momentos heróicos antes da prisão, te...
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