Donald Draper é um publicitário dos anos 1960. Trabalha na agência Sterling Cooper. A série devia ser um drama, mas ganhou um contorno de humor. É impossível tratar desse assunto sem recair num pouco de humor. Trata-se de Madman. O que é bem interessante é ver um pouco da história da publicidade quando campanhais reais são criadas por essa agência e personagens fictícios. Menos engraçado é ver o funcionamento do departamento de mídia da agência. Aliás, aqui fica a parte dramática do programa. Aqui descobrimos que publicidade não é criação, é mídia. Aqui se vão 90% do orçamento dos clientes.
Há alguns dias a jornalista Ana Célia Pinheiro, do blog A Perereca da Vizinha anunciava que começaria uma guerra contra a comunicação do Governo Jatene : Vamos agora jogar num rítmo novo, com algumas “surpresinhas” – ou vocês não gostam de surpresinhas, “coleguinhas”? “Coleguinhas” é um coloquialismo usado pelos jornalistas de Belém para se referirem, com cinismo, ao cinismo de seus colegas, dos quais não se costuma esperar senão o fogo amigo. Os posts começaram, em seguida, construindo um perfil de Orly Bezerra , proprietário da Griffo, a agência de publicidade responsável pelo marketing do PSDB no Pará. Hoje, Ana Célia Pinheiro publicou um post com o levantamento dos repasses de dinheiro público do Governo Jatene para a Griffo : R$ 70 milhões - e penduricalhos, como empregos a parentes. O post também questiona a idoneidade do processo licitatório que levou a Griffo a mais uma situação de dominação das contas da comunicação governamental, no Pará...
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