À @grapheir e aos outros que demandaram mais notícias sobre o mestrado em comunicação: O corpo docente do programa está se reunindo sistematicamente e construindo a documentação necessária, de regimentos a plantas-baixas do espaço do curso. Logo será lançado o edital da seleção, que poderá esclarecer as dúvidas, mas está certo que as aulas serão iniciadas em agosto próximo. Além do que já comentei aqui, as únicas variações se dão em relação às linhas de pesquisa, que, sob aconselhamento da Capes, serão as seguintes e não mais, portanto, as que indiquei no post anterior: "Estratégias de comunicação midiática na Amazônia" e "Mídia e cultura na Amazônia".
O mundo está estarrecido com com o genocídio Yanomami. As imagens chocantes atravessam o planeta e atestam o que todos já sabiam: houve genocídio. E não há como Jair Bolsonaro não ser imputado por esse crime. Dados obtidos pela plataforma SUMAÚMA mostram que, durante o governo Bolsonaro, o número de mortes de crianças com menos de 5 anos por causas evitáveis aumentou 29% no território Yanomami. Foram 570 crianças mortas, em 4 anos, por doenças que têm tratamento. E isso pode não ser tudo, porque o conjunto das terras indígenas em território brasileiro sofreu, ainda de acordo com o Suamúma, um verdadeiro apagão estatístico durante o governo de extrema direita. O legado de Bolsonaro é um dos mais aviltantes da história do Brasil. Não é de hoje que as terras Yanomami, onde vivem quase 30 mil pessoas indígenas, são agredidas pela especulação do garimpo ilegal, da pecuária ou da cultura do arroz, mas nunca se viu um apoio tão grande do Estado brasileiro a essas atividades....
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