A Fox, que produz a série, declarou não poder mais fazer frente, em meio à crise econômica, ao altos custos de sua produção. Propôs um corte de 50% nos salários de produtores e de dubladores. Os produtores aceitaram. Os dubladores não. Os donos das vozes dos famosos personagens recebiam a bagatela de 440 mil dólares e não aceitaram o corte salarial que os fariam ganhar 250 mil. Eles ainda propuseram receber “apenas” 300 mil, mas o estúdio rejeitou a oferta. A temporada que inicia, a 23a, poderá ser a última de os Simpsons, essa família amarela que fez escola na animação televisiva e no humor, corrosivo, com o qual os norte-americanos aprenderam a se observar. Espera-se, contudo, que um acordo permita a produção de uma temporada a mais, o que retardaria o fim de Os Simpsons para 2013.
O mundo está estarrecido com com o genocídio Yanomami. As imagens chocantes atravessam o planeta e atestam o que todos já sabiam: houve genocídio. E não há como Jair Bolsonaro não ser imputado por esse crime. Dados obtidos pela plataforma SUMAÚMA mostram que, durante o governo Bolsonaro, o número de mortes de crianças com menos de 5 anos por causas evitáveis aumentou 29% no território Yanomami. Foram 570 crianças mortas, em 4 anos, por doenças que têm tratamento. E isso pode não ser tudo, porque o conjunto das terras indígenas em território brasileiro sofreu, ainda de acordo com o Suamúma, um verdadeiro apagão estatístico durante o governo de extrema direita. O legado de Bolsonaro é um dos mais aviltantes da história do Brasil. Não é de hoje que as terras Yanomami, onde vivem quase 30 mil pessoas indígenas, são agredidas pela especulação do garimpo ilegal, da pecuária ou da cultura do arroz, mas nunca se viu um apoio tão grande do Estado brasileiro a essas atividades....
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