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Meu novo artigo: Sociedade dos Arquivos: Temporalidade e Intersubjetividade na Cultura Contemporânea


Publicado hoje meu novo artigo, Sociedade dos Arquivos: Temporalidade e Intersubjetividade na Cultura Contemporânea, na Revista Contracampo, da Universidade Federal Fluminense. Mais contente ainda porque estou fechando a edição que foi aberta pela querida amiga Prof. Rosaly Seixas Brito, com seu artigo Narrativas Virtuais Juvenis: Fronteiras Fluidas. Seque aqui o link para a revista. Segue o resumo do artigo:

Resumo:  O artigo discute o conceito de arquivo na sociedade midiática e hiperconectada. Parte-se do conceito de traço, usado por Derrida (1967; 1995) para referir o caráter pré-ontológico de toda significação e caminha-se em direção a uma interpretação do traço por Ricoeur (1985), em sua compreensão fenomenológica do problema da temporalidade. Com esse horizonte, procuramos pensar a intersubjetividade e o sentido do debate sobre a “coesão à vida”, feito por Dilthey (1992a; 1992b), por meio do traço. Construímos a ideia de que a experiência espaço-temporal da cultura das mídias e, por meio delas, da sociedade contemporânea, é sem referentes e pautada pelo traço: atópica e acrônica, ela é, igualmente, anarquívica. De certa maneira, essa experiência abre possibilidades para abolir a submissão do pensamento a uma ordem analógica e, assim, para reverter o estatuto logocêntrico da cultura ocidental (Derrida, 1967). 

Palavras-chave: Traço; Arquivo; Intersubjetividade; Cultura das mídias; Logocentrismo. 



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