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Uma outra Amazônia é possível


Outra Amazônia é uma série de posts que publiquei aqui no blog no ano passado. Ela é resultado de coisas de escrevi e coisas que amigos escreveram a respeito de um “Novo Modelo de Desenvolvimento” para a Amazônia. Coisas em que acreditamos e pelas quais lutamos, no governo Ana Júlia. É um resumo dessas idéias. Nesses posts, procuro estabelecer a diferença entre o modelo tradicional de ocupação da Amazônia, mostrando os danos que ele causou e ainda causa para o meio ambiente, para o desenvolvimento social e para o desenvolvimento econômico e o Novo Modelo, centrado num paradigma de sustentabilidade, participação social, elevação do capital social e inovação tecnológica. Aqui está a série. Para continuar com idéias que são importantes.


Postagens mais visitadas deste blog

Leilão de Belo Monte adiado

No Valor Econômico de hoje, Márcio Zimmermann, secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia, informa que o leilão das obras de Belo Monte, inicialmente previsto para 21 de dezembro, será adiado para o começo de 2010. A razão seria a demora na licença prévia, conferida pelo Ibama. Belo monte vai gerar 11,2 mil megawatts (MW) e começa a funcionar, parcialmente, em 2014.

Ariano Suassuna e os computadores

“ Dizem que eu não gosto de computadores. Eu digo que eles é que não gostam de mim. Querem ver? Fui escrever meu nome completo: Ariano Vilar Suassuna. O computador tem uma espécie de sistema que rejeita as palavras quando acha que elas estão erradas e sugere o que, no entender dele, computador, seria o certo   Pois bem, quando escrevi Ariano, ele aceitou normalmente. Quando eu escrevi Vilar, ele rejeitou e sugeriu que fosse substituída por Vilão. E quando eu escrevi Suassuna, não sei se pela quantidade de “s”, o computador rejeitou e substituiu por “Assassino”. Então, vejam, não sou eu que não gosto de computadores, eles é que não gostam de mim. ”

Políticas culturais para as cidades

Foi lançado pela Fundação Perseu Abramo o livro "Políticas culturais para as cidades", organizado por mim, pela Renata Rocha (da UFBA) e pelo Luiz Augusto Rodrigues (da UFF). O livro lida com a complexidade que é pensar esses dois campos: as políticas culturais e as cidades. Os 10 capítulos do livro tratam tanto de políticas locais setoriais quanto da observância reflexiva de políticas nacionais em suas interações federativas. Abordam impactos culturais da produção de espaços contemporâneos regidos pela lógica do empresariamento urbano que tende a gentrificar os territórios impactados por mega-eventos e/ou produzidos prioritariamente pela lógica da atratividade turística. Políticas municipais e a política nacional de cultura são objetos aqui analisados, em especial quanto a desdobramentos territoriais. Pensar as cidades e as políticas culturais que lhes impactam, e também pensar as culturas e as políticas urbanas que lhes tensionam, ora potencializando-as, ora as inib